| |
Domingo, Julho 20, 2008
Teste 2
Carol
postou às 10:32 PM -
Comentários:
Domingo, Julho 16, 2006
Aproveitem o novo visual!!!
Carol
postou às 9:53 PM -
Comentários:
Fafi!!!!!!!!!!!
Carol
postou às 9:18 PM -
Comentários:
Estamos em manutenção! HAHHAHAHA vamos arrumar isso aki Carolzinha! ;)
Carol
postou às 9:06 PM -
Comentários:
Terça-feira, Julho 11, 2006
hjhgjghjghj
Carol
postou às 8:51 PM -
Comentários:
Domingo, Maio 14, 2006
Anos dourados - Chico Buarque e Tom Jobim
Parece que dizes
Te amo, Maria
Na fotografia
Estamos felizes
Te ligo afobada
E deixo confissões
No gravador
Vai ser engraçado
Se tens um novo amor
Me vejo a teu lado
Te amo?
Não lembro
Parece dezembro
De um ano dourado
Parece bolero
Te quero, te quero
Dizer que não quero
Teus beijos nunca mais
Teus beijos nunca mais
Não sei se eu ainda
Te esqueço de fato
No nosso retrato
Pareço tão linda
Te ligo ofegante
E digo confusões no gravador
E desconcertante
Rever o grande amor
Meus olhos molhados
Insanos, dezembros
Mas quando me lembro
São anos dourados
Ainda te quero
Bolero, nossos versos são banais
Mas como eu espero
Teus beijos nunca mais
Teus beijos nunca mais
Carol
postou às 11:29 PM -
Comentários:
Sábado, Abril 29, 2006
Cenas de um final de semana
A festa-surpresa pro João foi um sucesso. Pena que eu não estava me sentindo 100%. Pena que não ganhei nenhuma das duas rodadas de Mau-mau que joguei. Vacilo. Foi divertido!!
E a Páscoa... A gente cresce e vai deixando de ganhar doces. Acontece a mesma coisa no São Cosme e Damião. Antes eu enchia várias panelas de doces. Hoje em dia eu só ganho os famosos saquinhos de parentes que dão doces. Mas tudo bem, eu nem sou fã de doces mesmo...
Engraçado que as pessoas andam sem dinheiro porque meu irmão não ganha nem metade do que eu ganhava há dez anos...Aff, não vou discutir economia aqui porque eu não tenho conhecimento pra isso...hehehe
***
Entrei no cinema pra assistir "Espíritos - a morte está ao seu lado". Foi legal. Tomei um susto. Somente UM susto. Queria mesmo era assistir "O albergue", com produção do Tarantino. Mas as sessões estavam todas esgotadas. Aí optamos pelo filme tailandês (acho que é tailandês).
Sabia que o filme era pra ser assustador, mas o fato de não entender lhufas sem ler a legenda me fez perceber que o modo como os tailandeses fala é no mínimo engraçado. A galera mais nova morria de rir...
Depois, eu vi um pessoal tirando foto e fiquei pensando em como nós registramos todos os nossos momentos. Achei interessante porque assim, não precisamos guardá-los na memória, podemos deixar em alguma lugar no computador e quando quisermos, vamos lá e lembramos do acontecido. Assim há economia mental. Foi essa a conclusão a que cheguei. Deixamos a memória para acumularmos algumas outras informações...
Corta!
Não gosto muito de ficar assistindo a quinze minutos de comercial no cinema. É muito chato. Foram seis comerciais antes de entrar o filme. Eu li uma crítica sobre essas propagandas no cinema e concordo com o autor. É um saco!
Eu adoro assistir trailers...mas só trailers não comerciais!
Ah, e por favor, quando forem ao cinema não se encharquem de perfume. Eu sentei perto de uma mulher que tomou banho de perfume! Eu tenho problemas com perfumes. Eu fico enjoada. O dela era doooooooooooooooooce, muito enjoativo. Só não mudei de lugar porque estava bem localizada. Fica aqui o meu apelo.
Carol
postou às 9:25 PM -
Comentários:
Sexta-feira, Abril 14, 2006
"Todo mundo é parecido quando sente dor"
Estávamos nós quatro (eu, Jô, Adele e Vanessa) conversando no Habib's sobre internet, vida online, papos de Msn. Adele disse que estava desleixada quanto a seu blog (ela só estava duas semanas sem escrever). Eu estou há mais tempo. Inspiração e temas não faltam. Tem acontecido cada coisa comigo que só rindo. Se eu for escrever vai dar polêmica e isso aqui não é o programa de Luciana Gimenez.
P.S.: Minha vida não é polêmica. Eu só morro de rir com algumas situações e esse semana bateu o recorde. Foi tudo de uma vez. A gente fica sabendo de cada coisa que se espanta...
***
Ontem eu fui comemorar o aniversário de uma amiga que estava longe do Brasil há tempos. Na volta, eu e Camila ríamos descontroladamente. Nossos "causos" pessoais rendem uma boa comédia. Eu lembro que quando éramos mais novas queríamos escrever um livro. Começaria a partir do momento que nos conhecemos (no CPII), como viramos amigas e assim as histórias se entrelaçam. Eu andava de ônibus e ela precisava andar comigo pra voltar pra casa - foi assim que começou. Engraçado...ela não ia com a minha cara e a amizade dura quase dez anos. Eu tenho tantos amigos de longa data...e estou fazendo novos na UFF. Eu estava muito fechada no início, mas agora eu vi que aquela turma é especial. É muito boa apesar das divergências, dos grupos...E eu não estou me excluindo das partes desagradáveis não! Eu posso ser muito desagradável e ranzinza. Se eu for listar meus defeitos...aff!
***
Vi muito filmes nessas férias atrasadas. Os filmes de terror já estão defasados pra mim, eu adivinho o final!! Eu não sei se eu já vi tantos e já imagino o que pode acontecer ou se os finais estão realmente ridículos. Eu vi filmes de todos os gêneros: terror, cult, comédia romântica, pastelões...Vou contar o segredinho: a locadora aqui de perto na quarta-feira tem promoção: R$2,00 qualquer filme. Eu só sei aproveitar!
***
Eu queria escrever tanta coisa. Minha memória não está muito boa. Esqueço as coisas com facilidade. Isso pra psicanálise teria uma explicação que eu nem quero comentar. Acho que tudo se resume a "o esforço pra lembrar é a vontade de esquecer".
Carol
postou às 10:23 PM -
Comentários:
Domingo, Março 19, 2006
O domingo mereceu! Calor demais, casa (agora graaande) cheia, fumaça, dor de cabeça, leitura, muita leitura...e gente inconveniente.
Chão de Giz
Zé Ramalho
Eu desço dessa solidão, espalho coisas sobre um chão de giz
Há meros devaneios tolos a me torturar
Fotografias recortadas em jornais de folhas amiúde
Eu vou te jogar num pano de guardar confetes
Eu vou te jogar num pano de guardar confetes
Disparo balas de canhão, é inútil pois existe um grão vizir
Há tantas violetas velhas sem um colibri
Queria usar quem sabe uma camisa de força ou de vênus
Mas não vão gozar de nós apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar gastando assim o meu batom
Agora pego um caminhão, na lona vou a nocaute outra vez
Pra sempre fui acorrentado no seu calcanhar
Meus vinte anos de "boy, that's over, baby" , Freud explica
Não vou me sujar fumando apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar gastando assim o meu batom
Quanto ao pano dos confetes já passou meu carnaval
E isso explica porque o sexo é assunto popular
No mais estou indo embora
No mais...
Carol
postou às 9:29 PM -
Comentários:
Segunda-feira, Fevereiro 13, 2006
Bem vindo à minha vida fútil!
Estava lendo um post meu de uns dois anos atrás em que dizia que nada acontecia comigo e que as catástrofes passavam ao lado. Pois é...isso é chamado de sorte de principiante. Em 2006, já peguei dois temporais. Huuuuuuge! Sendo que em um deles eu tinha prova e estava doente. Meu tal santo forte a que me referi no post anterior pediu as contas!! Já fiquei doente umas três vezes, até aquele minúsculo mosquitinho da dengue já mostrou a que veio...
Eu tô fraquinha. A UFF me consome, eu não estudo direito, não como direito, não durmo direito...
Domingo eu fui ao shopping com meus amigos do colégio. Bons tempos aqueles em que eu não estudava quase nada. Tudo era na véspera e ainda passava com notas altas. A moleza acabou, se eu deixar pra estudar na véspera...vixi Maria...
Bom, nós ficamos um tempão esperando a Cláudia e o Beto e não sabíamos que eles iam chegar mais tarde. Ninguém escuta o Cocó, por isso ficamos feito uns patetas esperando. Ele avisou que eles só chegariam mais tarde e ninguém ouviu. Eu queria ver "Johnny e June", mas por ter que esperar o casal 20, não consegui.
As mulheres deixaram os homens sentados na praça de alimentação e foram passear. Nós todas juntas somos muito caras-de-pau. Entramos em quase todas as lojas se sapatos, olhamos tudo em volta e saíamos. Muito engraçado.
Resolvemos, então dançar na máquina Dance, Dance Revolution. Total nostalgia. Há cinco anos atrás eu e Cláudia fomos pra Saquarema e ficávamos dançando a tarde toda e nada de praia. Acreditem, nada de praia. A sensação era gastar dinheiro no parque! Sabíamos as coreografias de cor.
Mas, voltando ao assunto... quando chegamos no parque, tinha uns dois moleques dançando as coreografias mais difíceis, com zilhões de pezinhos e nós ficamos intimidadas. Ficamos com medo da máquina falar "You suck!", "Terrible! Terrible!" "Get out of here!". Aí, como não desistimos fácil, fomos pro videokê pagar mico. Agora, imaginem cinco mulheres cantando num videokê! Foi hilário! A namorada do João totalmente desafinada e me lembrava a Cameron Diaz em "O casamento do meu melhor amigo".
O set list foi:
"We've got it goin' on" dos Backstreet Boys - pra relembrar nossos tempos de fãs dos BSB;
"Livin' la vida loca" do Rick Martin - porque era uma música alegre e que todas sabíamos cantar;
"Whisky a go go" do Roupa Nova - porque ir ao videokê e não cantar essa música é um sacrilégio!
"Dancing queen" do ABBA - porque queríamos fazer a coreografia e cantar bem desafinado!
Nós queríamos cantar Calypso, mas não tinha! hahahahahahahahahahahahahahaha
Vale ressaltar que a Flávia, no meio da brincadeira ficou com vergonha de nós e saiu de fininho dizendo que ia tomar um sorvete!! tsc tsc tsc...
Resumindo:
encontrei amigos, falei besteira (como sempre), ri, cantei, fiz dancinhas bizarras, tomei sorvete...
É...o domingo foi bom!
Tá vendo Rafael, eu atualizei!!
Carol
postou às 12:35 PM -
Comentários:
Domingo, Janeiro 08, 2006
Eu não sei beber, nem quero aprender - resolução de ano novo!
Voltei pro Rio pra assistir às aulas. Ninguém merece. Já estou cansada só de pensar no que vai ser esse ano de 2006. O bom é que algumas coisas ficaram em 2005 e não preciso mais me preocupar com elas. Não gasto mais energia com isso.
Ajeitei certas situações e conversei bastante. Eu sou chata. Gosto de tudo bem claro e explicado.
Estou sozinha com minha vó e minha mãe em casa. Os homens da casa ainda estão em Saquarema. Nunca pensei em sentir tantas saudades dos meus irmãos. Percebi que não quero que façam as minhas vontades. Não gosto de ser filha única.
Gosto das brigas com eles,
das discussões
e de rir com eles depois que estão todos dormindo.
De tirar fotos com meu irmão mais novo, com ele fazendo careta.
De rir da gargalhada gostosa do meu irmão do meio.
Eu sinto saudade.
Vou sentir saudades do meu irmão engraçado.
Penso se ele está preparado pro que vai enfrentar esse ano. Acho que ele é turrão, mas não sei se esse treinamento vai ser legal pra ele. Ele é muito ligado à nós, por mais que negue. E eu também à ele, por mais que negue.
Carol
postou às 1:15 PM -
Comentários:
Quinta-feira, Dezembro 15, 2005
"Nada melhor do que um dia após o outro" se faz presente em minha vida. Consegui aprender o que ela significa. E agora acredito piamente que o tempo passa e com ele vão-se os pensamentos dolorosos e sentimentos que não tinham mais lugar.
Engraçado como um dia faz toda a diferença. E o dia após esse um dia. Eu pude ver que não é pra sair culpando todo mundo nem eximindo todos de alguma parcela de culpa.
Simplesmente ainda não aconteceu.
Está meio confuso, mas é que pra evitar mais exposição estou tentando colocar de forma meio objetiva. Talvez fique só na tentativa e ninguém entenda o que quero dizer, outra vez.
Quero. Penso. Faço esforços.
Não quero me delatar. Penso em guardar pra mim. Esforços em vão (todo mundo já percebeu).
O comportamento muda e o ambiente ao redor nota que alguma coisa diferente está por ali, mas não se sabe o quê. Eu não sei o quê. Acho que sei. Talvez realmente não saiba.
Eu não entendo sinais, nem linguagem corporal e me confundo. Tem fundamento a minha apreensão? Está claro e ninguém vê ou só eu vejo? Ninguém sabe responder estas minhas questões.
"Nessa espera o mundo gira em linhas tortas". - Marcelo Camelo
Tudo o que eu vivi na vida me diz que minhas intuições estão corretas. Não totalmente, mas parcialmente, pelo menos (eu preciso estar certa em algum ponto!). O que aconteceu comigo há um tempo me serve de baliza pra acreditar que este comportamento quer dizer algo. Mas o quê? E voltamos ao grande "quê".
Carol
postou às 2:48 AM -
Comentários:
Segunda-feira, Novembro 21, 2005
Um conselho: "não basta o compromisso, vale mais o coração"
Tem um dia na vida que você tira pra olhar todas as coisas dentro do seu armário. Você olha, arruma e aos poucos vai lendo cada um dos cartões que ganhou, as cartas que recebeu, os papéis que guarda...
Quando me sinto triste ou me perco na busca do que eu quero volto pro meu passado e avalio o que queria antes. É engraçado como a gente muda com o tempo. Quando mais nova, achava que teria sempre os mesmo valores e faria sempre da mesma maneira. Ainda bem que não acontece assim. Sou capaz de mudar, aprender com os acontecimentos, mesmo que não saiba lidar com eles. Mesmo que depois eu me sinta uma otária total.
Lembro-me de uma vez terminar um namoro e brigar seriamente porque estava percebendo uma mudança que não gostava. Mas como todo ser adolescente é (na maioria das vezes) imaturo, não imaginava que a mudança fosse a única certeza dessa vida. Dizem que as coisas mudam para continuarem as mesmas...
Esse meu namorado sempre pareceu mais maduro do que eu e estava aberto a mudanças e eu queria sempre aquilo que era certo, palpável e seguro.
Eu achava que ele estava me decepcionando ao crescer e por me mostrar que podia mudar de opinião, de jeito...Não é à toa que escreveu pra mim antes mesmo de ficarmos juntos que ele preferia ser a metamorfose ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo (da música do Raul Seixas). Eu tenho o papelzinho com a letra dele até hoje! Eu guardo tudo que todo mundo escreve pra mim...
Eu sei que mudei. Mudei quando me separei dele. Radicalmente. Eu achava que era pra sempre. Eu pensava assim porque a gente terminava e voltava o tempo todo. Até que um dia foi definitivo. A ficha demorou muito pra cair, demorei pra aceitar que tinha acabado. Demorei pra perceber que aquela não era mais a brincadeirinha de termina-volta. Como ele mesmo falou noutro dia, nós somos duas pessoas bem humoradas e teimosas.
Voltando ao que está guardado... Não sei (ou dissimulo) porque resolvi falar do que está dentro do armário. Acho que preciso sempre voltar ao passado. Isso me machuca; eu perco muito do presente. Perco horas relembrando. Penso agora no que vou fazer com o que passado fez de mim. Eu não sei se ando confusa. Pode ser.
Um minuto de silêncio, por favor.
Momento de reflexão...
Já tem um mês que tenho 21 anos...como esses 20 anos passam rápido!
Carol
postou às 12:44 AM -
Comentários:
Terça-feira, Novembro 15, 2005
Contra razões
Eu tenho escrito pouco nesse blog. Não é por falta de assunto nem vontade. Subitamente o fato de saberem como me sinto, estou ou penso me assusta. Ando vivendo a minha vida e perco menos tempo expondo-a aos outros e assim, menos julgamentos errôneos são feitos. O problema de lerem apenas a ocorrência declarada no texto do blog faz com que as pessoas não entendam o contexto daquela situação e superestimem ou subestimem meus pensamentos, sentimentos ou o que quer que seja. Queria apenas que lessem o que está ali, sem tentativa de análise. Pensem que é só isso que quero que saibam, que quis expor. Venho passando por uma crise paranóica e isso faz com que eu me comporte de maneira a me esconder dos demais. O silêncio agora é meu constante aliado, evito expor minha opinião quando não necessário. Presto atenção ao que dizem ao redor e sempre me lembro de Renato Russo quando filosofou: "fala demais por não ter nada a dizer".
A facilidade de sabermos da vida dos outros pela internet e, principalmente, pelo Orkut, me assusta. Ainda não encerrei a minha conta, mas se no próximo ciclo o Orkut se mostrar um inimigo novamente, eu encerro. Na verdade, culpo o Orkut pelas minhas fraquezas e estou seriamente repensando minhas atitudes quanto ao que não interessa a minha vida.
A exposição ao mesmo tempo em que me fascina é a chibata com que me torturo. A internet deveria ser o meio para comunicação, e é, mas é também o meio para a punição. Não tenho a mínima pretensão de me fazer clara nessas questões, elas já me incomodam bastante e quem quiser me orientar, esteja à vontade.
Outro dia sonhei que estava na praia, e que uma tsunami se aproximou com força, mostrando toda a sua grandiosidade. Por um momento, eu pensei que fosse morrer e que não havia escapatória. Senti medo e chorei. De repente, uma força surgiu dentro de mim e pensei que aquele era o momento em que eu escolheria viver ou ser engolida por toda aquela água. Comecei a procurar algo para me manter boiando quando ela passasse e tentei arrumar um jeito de não ser quebrada em pedaços quando ela chegasse à areia. Foi a coisa mais assustadora que eu já sonhei. No meu sonho, eu consegui sobreviver a tsunami, não sei se na vida real isso aconteceria. O fato é que não importa o tamanho do problema, há sempre uma maneira de sair vivo. Ilesos nós nunca saímos, mas há sempre uma forma de se machucar menos e continuar na luta. E agora, eu só pretendo não me machucar muito.
É aquela grande questão do filme "Jogos mortais": quanto sangue está disposto a perder pra continuar vivo? Eu não sei se teria a coragem de me machucar fisicamente pra me manter viva, no entanto sei que me machuco emocionalmente e isso talvez cause estragos bem maiores. Acredito que muitas das vezes nós nos iludimos com as pessoas e transferimos aquilo que sentimos ao outro (sempre o Outro) para justificar nossas ações.
Carol
postou às 11:31 PM -
Comentários:
Quarta-feira, Novembro 02, 2005
O mundo é um moinho - Cartola
Ainda é cedo amor, mal começaste a conhecer a vida, já ancias a hora da partida, sem saber mesmo o rumo que irás tomar.
Presta atenção querida, embora eu saiba que estás resolvida, em cada esquina cai um pouco a tua vida, em pouco tempo não serás mais o que és.
Ouça me bem amor, preste atenção, o mundo é um moinho, vai triturar teus sonhos tão mesquinhos, vai reduzir as ilusões à pó.
Presta atenção querida, de cada amor tu herdarás só o cinismo, quando notares estais a beira do abismo, abismo que cavastes com teus pés.
Carol
postou às 11:25 PM -
Comentários:
|
"All those signs I knew what they meant, some things you can't invent"
Arquivos

|